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Julmar Jorge

Ele carregava um candeeiro. Ia à frente iluminando e apontando o caminho, no qual muitos iriam passar. 
Algumas vezes, tropeçava e a luz que levava consigo, oscilava quase a ponto de se apagar. 
Mas não se apagou, e ele continuava iluminando.
Um dia, cansado e alquebrado, decidiu colocar de lado o candeeiro e repousar.
Outros que passavam, pegaram o candeeiro e seguiram.
Ele ficou só,  mas a luz que carregou por muito tempo, iluminou seu caminho até a casa do Pai.

02/03/1947

11/03/2022

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